Assim como o clima, nossa vida muda diariamente.
Mas não há meteorologista para nossa existência.
O melhor dos médicos nos estuda durante anos, mas pode não ver a cena completa.
Mudanças multidimensionais, de humor, profissionais, etc.
Para muitos a solução é estar sempre viajando. As mudanças se misturam ao cenário. Tornam-se invisíveis, imperceptíveis.
Meu pai dizia: um ano passa rápido.
Quanto cabe em um ano e meio ?
Para o isolado da realidade, não muito mais que pensamentos.
Aos que são viciados no convívio e minguam quando não participam das baladas, não há tempo suficiente.
Inevitável gerar um “relatório” íntimo quando pensamos em um período, um ciclo encerrado.
Reaparece a balança pesando prós e contras.
Otimistas, pessimistas, passivos, etc. Todos se analisam: o que prestou que possa ser retirado de todos os atos e fatos ?
Quantos amigos e familiares visitados ? Quantos nos visitaram ?
No fundo, o tempo tomou a forma das ações.
Ao escrever isso, começa um novo ciclo.
Ficam amigos e colegas, amalgamados no anterior.
Seguem conosco bons sentimentos e saudade do que já não está mais lá.
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