Qualquer escritor de ficção teria inveja da realidade de 2019, pois nem o mais pessimista escreveria um roteiro tão ruim.
Poderia focar em histórias de briga pelo poder, mas jamais acertaria na tentativa de reescrever fatos históricos de amplo conhecimento, com o método nazista de repetição da mentira ao ponto de parecer verdade.
Formas goebbelianas de interpretação de tudo que associa os que estão no poder seria algo bom.
Total falta de ação em prol do país, mas não passa um dia sem que as redes sociais não ganhem um amontoado de palavras desconexas da realidade e que expõem a insanidade da família que se mudou para o Planalto.
Na falta desses, os ministros aparecem com teorias advindas única e exclusivamente de uma mente doentia, pois não há qualquer embasamento em declarações, vídeos carregados de ódio e tom idêntico ao da sórdida campanha de 2018.
De fim do horário de verão até retirada de radares de rodovias federais, um amplo leque de inutilidades, besteiras e redundantes alusões ao “inimigo”.
Este governo, em três meses, está tão desesperado que o presidente nega vocação para ser presidente, com chances de Esperidião Amin ser o novo ministro da Educação (sim, o mesmo que é autor do projeto de lei que pretender extinguir o SUS).
Há respingo para todas as áreas, um espectro gigantesco de ignorância e inépcia abundante.
Até quando?

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