Na profissão, como na vida, temos momentos cruciais onde a decisão precisa ser tomada sem adiamentos ou desculpas.
Certamente este desafio é muito mais impactante para os inexperientes, de pouca idade.
Como explicar a eles que muitas decisões são equivocadas, açodadas e sem qualquer critério ?
No universo dos mais experientes, faz grande diferença ter passado por situações semelhantes, com alto nível de pressão dos que dependem da decisão.
Para os mais novos: concluem que parecia mais difícil, após sobreposta a barreira. Já que não avaliam a extensão do risco envolvido, só o saberão após algum tempo ou quando tiverem de tomar outra decisão para corrigir a primeira.
Para os mais velhos: isto já foi mais fácil de decidir, pois agora já há entendimento das consequências de decisões passadas.
Mas para ambos um fato os une: postura diante da escolha.
O que menos importa é o acerto, porque o tempo trará a chance de contornar ou resolver o que ficou fora do lugar, mas a resistência em dar o primeiro passo compromete toda a caminhada e quem não se “move”, chega a lugar nenhum.
Temos de dar passos largos, quando a vida assim permite, mas reduzir a passada quando surgem obstáculos e ameaças. Jamais aceitar o conforto do assento, a tranquilidade da rede e deixar as raízes entranharem no solo, pois aí estaremos menos vivos.
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