Quando estamos disputando algo, se é algo individual, recai sobre nossa cabeça a responsabilidade da preparação, se for um exame, requer estudo dosado e focado, se for um teste de esforço físico, cronograma de condicionamento físico e por aí vai.
Mas quando se trata de um evento que envolve mais pessoas, que o trabalho de equipe é fundamental para almejar o melhor resultado, não é só a soma das individualidades que leva ao sucesso, mas a capacidade de entendimento do objetivo, avaliação de pontos fracos e investimento no que o grupo melhor se qualifica.
Cada indivíduo passa a exercer uma força extraordinária no resultado final, mas para ele, parece apenas a metade do que teria de empreender sozinho. Forma-se a sinergia.
Desta união temos a aparência, a imagem do conjunto.
Este resultado, aos olhos dos que estão de fora, causa um impacto positivo, surpreende, extrapola qualquer expectativa e supera qualquer adversário.
Uma união perene, sem se abalar com intempéries, sem ruir ao primeiro obstáculo, enfrentando o desafio.
Leva tempo, requer determinação, sobretudo, liderança.
Só existe uma coisa que pode levar à falha: um indivíduo desconexo, disposto a levar o pessoal acima do comunitário, desmontando o conjunto com sua indiferença, indisponibilidade e má-vontade.
Fatal para ambos, grupo e indivíduo, porque todos perdem, esquecendo o egocêntrico que, quando uma casa cai, desaba sobre ele também.
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