Todo dia, é certo, o sol se vai.
Oculto por nuvens ou lentamente reduzindo sua imensa luz, ele nos deixa, silencioso.
Assim como pessoas que nos deixam, fica a certeza que não é o fim.
Observar o poente não é exclusividade de religiosos, agnósticos ou ateus, pois é de livre iniciativa. Interpretá-lo é muito individual.
Uma arte, para mim, um quadro pintado cotidianamente, com cores, nuances e mistérios.
Mas a graça está justamente no inesperado, no vento, na chuva, raios e trovões, claridade, escuridão.
Logo ele volta e clareia.
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