Seja por um favor concedido, um papel que caiu, um sorriso, um abraço.
Já vive distante a lembrança de dias de gratidão dos que nos cercam.
Estamos perdendo o hábito, a própria gentileza de um movimento mínimo com a cabeça, um sorriso discreto.
Há este tempo de tudo imediato, imposto e indiscutível. Feito, fim.
Na caixa de um supermercado, o que nos custa agradecer um bom atendimento de quem está trabalhando há horas. Não seria um estímulo para nos atender cada vez melhor ?
Quando nosso trabalho é reconhecido por um ou mais colegas, isto é maravilhoso, mas um “obrigado” nos da a certeza que extrapolamos às expectativas.
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