Como é o dia das mães (sem ela)

Domingo todos se reunirão com o intuito de comemorar uma data, para muitos, comercial, que estimula o consumo e garante para as genitoras um agrado.

Não é a data, mas a figura materna que inspira tanta pompa para o dia, pois sabemos que as temos por toda a eternidade, vinte quatro horas por dia, sete dias por semana.

Mesmo em preces, é nela que depositamos a fé de que haverá uma resposta para uma fase ruim ou momentos de puro sofrimento.

Nós todos esquecemos de como foi confortável ser carregado por nove meses no melhor lugar do mundo. Mas ninguém duvida que lá era melhor.

Ao encarar o frio do mundo, o primeiro rosto associado com o som da voz que nos tranquilizava foi dela.

Símbolo da dedicação e apoio, mesmo quando não merecemos.

Muralha de proteção contra qualquer ameaça. Fortaleza que se apresenta nas situações mais embaraçosas, bastando seu olhar para nos fazer suspirar e pensar que seria muito mais difícil sozinho.

Um abraço de mãe é indescritível, porque é completo, dispensando palavras e pensamentos.

Criatura divina e eterna, só poderia ter esta descrição: mãe.

Um comentário em “Como é o dia das mães (sem ela)

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  1. Excelente reflexão, joaquim ! Faz a gente valorizar mais ainda a nossa mãe, principalmente enquanto ela estiver viva !
    Gratidão é um dos maiores valores que um homem deve ter !

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