Elas são mais sentidas quando estamos reunidos, estranhamente, já que deveríamos sentir falta das pessoas no cotidiano.
Na presença de outros, estamos seguidamente procurando as feições daqueles que nos trazem tranquilidade e nos alimentam de boas energias.
Em encontros familiares, naturalmente todos são “de casa”, figuras que reconhecemos em qualquer parte. Mas ainda dentro desse grupo temos aqueles que nos ouvem melhor, que nos fazem ouvir também.
No trabalho, não é diferente, até os que não queremos ver se fazem presente principalmente pela ausência. Por maldade pensamos: que bom que deu uma trégua.
Dessa forma fica apresentada a ausência gritante, sejam pessoas que não veremos nunca mais, sejam ausências temporárias que trazem alívio ao ambiente. Sentimos falta, de forma positiva.
Surge então o valor do ausente, de como ele é necessário em nossas vidas. Suas histórias, contadas com particularidades inimitáveis. Gestos que não se apagam, estão eternizados. Mais intensas são as lembranças de simples feições que diziam tudo.
As palavras se perderam nas memórias, já que não escritas, mas os sentimentos são intocáveis.
Foi assim que percebi que algumas ausências, de tão grandes são o espaço que ocupam, que são infinitas.
Outras presenças são menores que o menor dos seres vivos.
Justamente fica a pergunta: são pequenos porque são ou porque não os vemos ?
” são pequenos porque são ou porque não os vemos ?”
…na minha opinião, são pequenos porque não os vemos. Já tive “amigos” que não tenho mais contato, por terem pensamentos, idéias e atitudes de gente medíocre. Sabe aquelas pessoas que se realizam somente com a desgraça alheia?
…pois é, não sinto a mínima falta dessas pessoas. Nunca me acrescentaram nada de bom, muito pelo contrário. É triste ver um cérebro sem nenhum tipo de anomalia arquitetando tramóias e “rolinhos”, ao invés de se dedicarem a tentar se superar e fazer o possível para ajudar o próximo. É coisa muito pequena para ocupar meus pensamentos.
abraços, grande Joaca!
Hoje sentirás minha ausência com certeza! Assim espero! ehehehe
que bom que é temporária né. beijão