Historicamente o Estado e a Igreja andaram de mãos dadas durante toda a Idade Média e parece que, graças a mentalidade de inúmeros líderes religiosos, até os dias atuais.
Não obstante a necessidade clara de separação de crença religiosa de administração política de uma nação, em alguns países do Oriente Médio a separação crucial não aconteceu e tem se tornado objeto de estudo de cientistas políticos.
Lendo esse artigo do Hélio Schwartsman, da Folha de São Paulo, percebi que há uma argumentação bastante consistente para avaliar os excessos cometidos em nome da religião.
Sugiro a leitura e gostaria que algum comentário mostrasse o quanto ele pode estar no caminho certo, ou não.
Admito que sou fã dos textos do Hélio, principalmente porque são muito bem embasados.
Obrigado por comentar.