Longevidade

Que palavra atraente: longevidade.

Já tinha tratado do tema com o meu pai, um leitor apaixonado do Arthur Clarke, que tratava do encontro do corpo do astronauta que ficou perdido no espaço ao final do livro 2001, uma odisséia no espaço, mil anos após. Com a tecnologia da época, seria possível recuperar a memória e reviver alguém “adormecido” por dez séculos. O enredo do livro gira em torno da necessidade de adaptação do cérebro do Dr. Frank Poole à realidade daquele cotidiano.

Ficções a parte, há um fascínio de qualquer humano por esse tema, que nos perguntamos com frequência, de quanto tempo temos de vida.

Mais do que uma pergunta, há um complexo raciocínio envolvendo diversas áreas da ciência. Nesse artigo, volta a abordagem de quais fatores genéticos resultariam numa maior longevidade.

Quem não sonha com vida longa ?

Voltando à ficção, numa cena do seriado da década de 60, Star Trek (jornada nas estrelas), o Dr. Mccoy “Bones” reclama da forma como ele teria que conduzir o tratamento com um paciente sem uso de tecnologia, utilizando bisturis e seringas como se fossem instrumentos medievais.

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