A chapa esquentou para os clientes de um cidadão que resolveu “compartilhar” sinal de TV via satélite. Piorando a já caótica situação de quem tinha a captação de sinal diretamente do satélite com aparelhos que decodificavam os canais. Isso foi resultante de uma mudança de criptografia que exigiria a mudança também do equipamento receptor e decodificador. Um senhor desestímulo. Mas as promessas de uma solução em breve, por software ou hardware, são muitas.
Hoje li essa reportagem sobre a prisão do citado cidadão em Joinville.
Em vinte anos, passamos da tv aberta, com captação por sinal de antena interna, para a oferta de TV por assinatura, por cabo ou satélite. O sinal da TV digital em Florianópolis é ofertado por apenas um canal pertencente ao grupo RBS. É um caminho sem volta, os benefícios serão muitos, mas ainda não é uma realidade por aqui e em muitos lares brasileiros.
Uma pergunta: onde iremos colocar nossos aparelhos de tubo de raio catódico (CRT), já que irão ser substituídas pelas de LED, já sucedendo as “obsoletas” LCD e PLASMA ?
Essa pergunta já foi feita pelas empresas produtoras desses equipamentos há mais de uma década, por esse motivo demorou tanto chegarem os modelos LCD, precedidos pela curta vida dos modelos de PLASMA. Justamente porque o lixo e o prejuízo ambiental serão enormes.
Obrigado por comentar.