O mar

Na década de oitenta a ressaca que trouxe pedras ao local antes só com areia na praia da Armação foi um prenúncio que um dia o mar viria com mais força.

Não são só casas derrubadas, o que eu e muita gente nos perguntamos se não foram construídas irregularmente próximas da orla marítima, mas também aos admiradores das belezas naturais do local se tornam orfãos.

Inegavelmente algo está mudando as marés e os níveis dos oceanos. Lemos diariamente pesquisadores apontando o aquecimento global como o principal responsável pelo derretimento das calotas polares e consequente elevação do nível do mar. No entanto damos de ombros e tocamos nossa vidinha besta pra frente.

Sem o tom catastrofista que algumas mensagens que recebo com anexos de apresentações que tratam o fim do mundo como eminente e inevitável, considero que nos próximos vinte anos assistiremos a uma verdadeira revolução na produção industrial, voltada para o desenvolvimento sustentável, respeitando o meio ambiente e trazendo para todos não só um produto como uma interação responsável.

Falta executarmos tarefas básicas com o que nos habituamos a chamar de lixo: reduzir, reciclar e reutilizar.

Minha esposa, douta nesse tema, coloca que agora já se trata o quarto R: refletir.

Quem quer mudar o mundo começa com atos responsáveis e atitudes inteligentes.

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